
O papel do Marketing nas empresas brasileiras vem mudando e o CMO Summit é hoje um dos principais reflexos dessa transformação. Ao longo das últimas edições, o evento passou de troca de conteúdo para se tornar um ambiente estratégico onde líderes discutem, influenciam e tomam decisões reais de negócio, envolvendo orçamento, definição de canais, adoção de tecnologias, escolha de parceiros e construção de vantagem competitiva.
Essa virada acompanha a própria evolução do papel do CMO no Brasil. Se antes o executivo de Marketing era visto majoritariamente como responsável pela comunicação e pela construção de marca, hoje ele ocupa uma posição muito mais central na engrenagem do crescimento. Dados, eficiência, experiência do cliente, performance comercial e geração de receita passaram a fazer parte da rotina e da agenda.
“Nos últimos anos, temos percebido cada vez mais o CMO saindo de uma posição ilhada, em que falava apenas de comunicação e marca, para um momento em que ele se torna um verdadeiro orquestrador de valor dentro das empresas. Hoje, os CMOs discutem vendas, experiência do usuário, ciclo de vendas, precificação, comportamento do consumidor. O Marketing passa a ser visto como motor do negócio”, afirma Eduardo Wolkan, cofundador da TD e um dos idealizadores do CMO Summit.

Um espelho fiel das prioridades do Marketing brasileiro
Essa mudança de mentalidade se reflete diretamente na curadoria do CMO Summit. Ao contrário do modelo tradicional de eventos, em que os organizadores definem previamente os temas, o Summit parte de um processo inverso: primeiro escuta os CMOs convidados, entende suas dores, desafios e prioridades, para só então construir a programação.
“Nossa curadoria não parte da definição prévia de temas, mas da escuta ativa dos convidados, para identificar o que há de mais relevante em suas agendas. Com isso, a programação se torna um reflexo fiel das prioridades e inquietações dos principais CMOs do país”, explica Wolkan.
O resultado é uma grade que funciona como um verdadeiro termômetro das tendências e decisões estratégicas do Marketing no Brasil. Inteligência Artificial aplicada a resultados concretos, brand experience, cultura de dados, wellness, novas abordagens de mídia e integração entre marca, tecnologia e performance aparecem como temas centrais e não como modismos. São respostas diretas às demandas do mercado.

“Um exemplo claro dessa abordagem é o palco inteiramente dedicado à Inteligência Artificial, com foco em aplicações práticas que já geram retorno concreto para o negócio, e não apenas em discursos conceituais. O mesmo acontece com temas como experiência de marca, ativações, patrocínios e esporte, hoje no centro das estratégias das grandes empresas”, afirma Wolkan.
CMO Summit: onde decisões reais acontecem
Mais do que um festival de conteúdo, o CMO Summit se consolidou como um ambiente de networking qualificado, geração de negócios e troca estratégica entre pares. É nesse espaço que executivos discutem investimentos em mídia, avaliam tecnologias, conhecem novos parceiros e, muitas vezes, fecham acordos que impactam diretamente o desempenho das marcas ao longo do ano.
“O momento em que entendemos que o CMO Summit tinha se tornado algo maior foi quando começamos a receber feedbacks de executivos dizendo que ali era o encontro que faltava no mercado. Não só pelo conteúdo, mas pela oportunidade de se conectar com outros líderes, conhecer soluções e até fechar negócios dentro do próprio evento”, conta Wolkan.
O evento contou com relatos de executivos que, em uma única tarde, participaram de painéis, conheceram fornecedores estratégicos, fecharam contratos e ainda estabeleceram parcerias com outros CMOs de setores semelhantes. “O que acontece fora dos palcos é tão ou mais importante do que o que acontece em cima deles. É isso que coloca o Summit nesse lugar de agenda estratégica”, frisa Edu.

Guilherme Bernades, CMO do Santander no Brasil enxerga o evento como um espaço de fortalecimento da disciplina. “Quando saímos de um evento como esse com discussões mais técnicas, mais honestas e mais conectadas à realidade de negócio, é um ganho enorme. O Marketing precisa continuar evoluindo como disciplina estratégica, e isso passa por conversas mais maduras entre quem está na linha de frente”, pontuou em entrevista ao Mundo do Marketing.
Convergência entre marca, mídia, dados e tecnologia
Outro fator que explica a relevância do CMO Summit é sua capacidade de reunir, em um único ambiente, diferentes dimensões que hoje são inseparáveis no Marketing: branding, mídia, dados, tecnologia, performance e cultura organizacional.
Essa convergência transforma o evento em uma plataforma estratégica não apenas para executivos, mas também para empresas que vendem soluções para o mercado de Marketing. Estar presente no CMO Summit significa dialogar diretamente com quem define budgets, escolhe fornecedores e lidera projetos estruturantes dentro das organizações.
“Quem entende o CMO Summit entende para onde o Marketing brasileiro está indo e se posiciona antes”, resume Wolkan.

Não por acaso, o evento se tornou um dos principais palcos de posicionamento estratégico para empresas de tecnologia, mídia, dados, automação, CRM, martechs, agências e consultorias. Mais do que exposição de marca, o Summit oferece acesso qualificado, construção de autoridade e relacionamento direto com decisores.
Um público que qualifica o debate
A composição da audiência também é um diferencial competitivo do evento. Na última edição, cerca de 45% do público era formado por CMOs, VPs, diretores e heads de Marketing. Outros 45% ocupavam cargos de média liderança, como gerentes, coordenadores e supervisores.
“Isso eleva muito o nível das discussões e faz com que o evento gere negócios reais. Não é um ambiente onde a liderança é exceção — ela é maioria”, reforça Wolkan.
Essa densidade estratégica transforma o CMO Summit em um espaço privilegiado para quem quer entender, antecipar e influenciar os rumos do Marketing no Brasil.
Conheça a agenda estratégica e as oportunidades de presença no CMO Summit e conecte sua marca aos principais decisores do Marketing no Brasil.

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