
No ambiente dinâmico do CMO Summit, a Cortex escolheu um caminho menos segmentado e mais ambicioso: apresentar sua inteligência artificial como uma plataforma capaz de atender diferentes indústrias, do B2B ao varejo, em um único espaço.
A concepção do estande reflete esse desafio. Em vez de uma mensagem única, a empresa estruturou a experiência a partir de múltiplas dores de negócio. "Então foi muito pensado em como todos os públicos podem entender que tem alguma coisa para eles aqui”, afirma Guilherme Anchieta, Estrategista de Marketing da Cortex.
O elemento central do estande, um cubo com diferentes mensagens, foi criado para tangibilizar essa diversidade de aplicações. A ideia é permitir que cada visitante se reconheça em um problema e, a partir disso, visualize como a tecnologia pode ser aplicada ao seu contexto.
“Utilizamos esse cubo para trazer mensagens diversas de dores que esses clientes enfrentam, para tentar fazer com que várias pessoas possam se enxergar no estande”, explica.

Escala e visibilidade
Além da narrativa visual, a estratégia de presença aposta em escala e visibilidade. Posicionado em frente aos palcos de Roundtable, o espaço foi desenhado para atrair fluxo constante. “Quisemos pegar um dos maiores estandes, super luminoso, para realmente chamar atenção”, diz.
O reforço vem de um time numeroso circulando pelo evento, ampliando o alcance das interações e levando a marca para além do espaço físico. A participação no evento também marca uma mudança na atuação da Cortex em relação ao calendário de eventos. Tradicionalmente presente em encontros mais segmentados, a empresa vê no CMO Summit uma oportunidade de consolidar sua atuação como plataforma ampla.
“Estamos acostumados a trabalhar em eventos mais setorizados. Aqui, entendemos que era uma oportunidade de falar com todos esses públicos em um mesmo lugar e entregar o nosso portfólio completo”, destaca Guilherme.
Awareness à parte, a presença busca estimular conversas práticas sobre aplicação de tecnologia nos negócios. A proposta é que o estande funcione como um ponto de reflexão, onde executivos consigam identificar oportunidades concretas de uso de IA em suas operações.
Esse direcionamento ganha profundidade na programação de conteúdo. Um dos CEOs da empresa, Leonardo Rangel, sobe ao palco para discutir como agentes autônomos estão redesenhando o papel do CMO. A visão apresentada amplia o escopo tradicional da função.
“Hoje, mais do que tomar decisões de mídia ou comunicação, o CMO passa a ser um orquestrador de decisões. Os agentes autônomos vêm para fazer isso acontecer”, afirma.
A palestra traz exemplos práticos de diferentes setores, mostrando como a tecnologia pode apoiar desde a definição de novos pontos de venda até o monitoramento de reputação em tempo real. A proposta é evidenciar como a inteligência artificial pode atuar diretamente na geração de valor e na tomada de decisão estratégica.
Ao integrar experiência, presença e conteúdo, a Cortex utiliza o CMO Summit como plataforma para reforçar um posicionamento mais abrangente. “Apostamos na capacidade da tecnologia de conectar diferentes realidades de negócio em uma mesma lógica de dados e decisão, por isso mostramos de maneira prática como nossa ferramenta se aplica a diversos contextos”, conclui o executivo.
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