Sempre acreditei que gerir uma marca é, antes de tudo, um exercício de escuta. E se existe um som que a Natura escolheu ouvir é o pulso do Brasil. Quando o caminho óbvio da beleza era buscar referências fora, fizemos a escolha que definiu nossa trajetória: olhar para dentro.
A brasilidade nunca foi, para nós, um conceito estático. É viva, plural e cheia de camadas e uma forma de estar no mundo reverenciando a nossa essência. E, diante de um mercado em que marcas disputam atenção, compreender o país em sua totalidade se tornou também um motor decisivo de engajamento do consumidor. No Brasil, conectar-se ao público exige sensibilidade, leitura social e escuta ativa das identidades plurais.
Essa conexão de marca e consumidor nasce do reconhecimento. Acontece quando alguém se vê refletido em uma história, em um jeito de celebrar, em um modo de estar no mundo. No Brasil, a cultura cumpre esse papel com força e sensibilidade, porque acolhe diferenças e cria laços afetivos.

Esse entendimento acompanha a Natura desde sempre, pois a paixão pelas relações é um pilar estruturante da marca e só a cultura faz isso de maneira única, preservando memórias, sustentando identidades e fomentando o senso de pertencimento.
Foi assim que a brasilidade se tornou o eixo central da nossa estratégia como forma de relação com cada região que tem ritmo e linguagem próprias. Ocupar esses espaços requer respeito e disposição para aprender.
A plataforma Natura Musical, por exemplo, expressa essa escolha. Trata-se de um programa com uma trajetória de 20 anos que dedica-se a fomentar e celebrar a diversidade da musica brasileira. Por meio de seu edital, já investiu mais de R$ 200 milhões em cerca de 600 projetos, apoiando a produção cultural que pulsa no país.

Essa plataforma tem sido fundamental para alavancar carreiras e preservar legados, tendo apoiado projetos emblemáticos de artistas como Elza Soares, Liniker, Emicida, e mais recentemente nomes como Luedji Luna e Teresa Cristina. O programa ajuda a contar, por meio da arte, os diferentes modos de ser brasileiro e reforça nosso compromisso com o impacto positivo na sociedade.
Esse olhar também orienta nossa presença em celebrações populares. No Carnaval, em tantas cidades, no São João, no Círio de Nazaré e Parintins nos quais buscamos atuar de forma coerente com cada território. Esse movimento também se estende a todo o país. No Coala em São Paulo, no Zepelim em Fortaleza ou no Coquetel Molotov em Recife, atuamos com a mesma premissa: não só ocupar espaços, mas construir relacionamento com nossos consumidores por meio de ações que façam sentido para quem está ali.
O mais significativo é perceber o impacto disso no dia a dia quando uma Consultora nos diz que se sente representada ou mais confiante para apresentar a marca, entendemos que a cultura gera engajamento concreto — nascido da identificação e do afeto.
Acredito que essa reflexão é relevante para todo o mercado. Em um contexto em que as pessoas buscam autenticidade, valorizar territórios e expressões culturais cria conexões mais duradouras. Não se trata de estar em todos os lugares, mas de estar com verdade — e verdade gera confiança, que gera engajamento. A brasilidade é o ponto de encontro entre marca, pessoas e território. É onde o pertencimento acontece.
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