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Ondas de calor impactam vendas de 41% dos negócios

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Tempo de Leitura 2 min

DATA

23 de set. de 2024

CATEGORIA

Notícias

Ondas de calor impactam vendas de 41% dos negócios

O calor chegou para ficar na segunda metade de 2024. No Google Trends, a expressão “onda de calor” registrou um crescimento de mais de 3.200%. Seja por preocupação ou mera curiosidade, o interesse pelo assunto impacta diretamente o drive de consumo dos brasileiros: por exemplo, no início de setembro, a busca por umidificadores de ar cresceu 552%.

Pensando nisso, o Mundo do Marketing foi ao LinkedIn e perguntou à rede: “O quanto a mudança climática afeta as vendas do que você vende?”. A maioria (41%) dos entrevistados disseram que a temperatura – frio ou calor – interferem muito nas vendas, tanto de forma positiva, quanto de forma negativa.

Para 33% dos participantes, o impacto é relativo. Isso porque, enquanto alguns setores são menos suscetíveis às mudanças climáticas, outros dependem de condições específicas para funcionar. Neste panorama, a imprevisibilidade da temperatura, em constante mudança em diferentes regiões do país, tende a ser um fator de dificuldade.

Os prejuízos provocados pela instabilidade podem ser detectados facilmente em setores como o de vestuário. Um estudo de monitoramento conduzido pela BTG aponta que, em julho, a temperatura média foi 2% mais baixa do que o esperado, o que poderia ser positivo para as vendas de coleções de inverno. 

Com as altas históricas registradas em agosto e setembro, no entanto, os varejistas foram forçados a interromper as estratégias de vendas para vestuários pesados e a focar nas roupas leves, compatíveis com a sensação de verão.

Nem mesmo algumas das principais empresas do varejo nacional escaparam dos impactos provocados pelas variações climáticas ao longo do ano. Ao divulgar os resultados do segundo trimestre, a Renner confirmou um volume de vendas abaixo do esperado em função dos “desafios relacionados com temperaturas acima da média”.

Seguindo uma linha semelhante, a C&A informou que “as temperaturas foram atípicas para o segundo semestre do ano, resultando em um inverno muito ameno”. A justificativa aparece em diversos balanços publicados pelas empresas do setor desde o ano passado.

Apenas 26% dos usuários que participaram da enquete promovida pelo Mundo do Marketing no LinkedIn disseram que frio e calor interferiram pouco na performance de vendas ao longo do ano.

Leia também: Como a crise climática está moldando as estratégias de marketing sustentável?

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Ian Cândido

Repórter

AUTOR

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