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38% dos brasileiros dividem compras de moda entre o físico e o online

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Tempo de Leitura 3 min

DATA

12 de fev. de 2026

CATEGORIA

Notícias

A jornada de compra de moda no Brasil já não cabe em um único canal. Hoje, 38% dos consumidores transitam entre lojas físicas e online, enquanto 29% ainda priorizam o ponto de venda tradicional, mas também recorrem ao digital. Outros 23% fazem o caminho inverso, com maior foco no e-commerce, e apenas 9% compram exclusivamente em lojas físicas e 1% concentra suas aquisições apenas no online. 

Nos últimos três meses, os calçados lideraram as compras (55%), seguidos por blusas (46%), calças (40%) e roupas íntimas (36%), segundo dados da pesquisa “Consumo de Moda no Brasil”, realizada pelo Opinion Box.

A frequência de compra reforça um padrão de consumo recorrente, mas não necessariamente semanal. A maior fatia dos entrevistados (29%) compra itens de moda a cada dois ou três meses, seguida por 24% que compram mensalmente e 22% que realizam compras a cada quatro a seis meses.

A pesquisa também revela o ticket médio mensal com itens de moda: 29% gastam entre R$ 101,00 e R$ 200,00 por mês, 21% entre R$ 301,00 e R$ 500,00 e 19% entre R$ 201,00 e R$ 300,00. 12% afirmam gastar mais de R$ 500,00 mensais, enquanto 6% limitam os gastos a até R$ 50,00.


Preço e qualidade dominam a decisão de compra

Quando questionados sobre os fatores considerados na escolha de onde comprar, o preço aparece na liderança, citado por 74% dos respondentes, seguido por qualidade dos produtos (70%) e promoções e descontos (66%). 

No ambiente online, as lojas de departamento concentram a preferência: 68% afirmam comprar em lojas de departamento e 66% em sites dessas redes. No varejo físico, 78% compram em lojas de departamento, 44% em lojas de bairro e 30% em outlets.

Entre os motivos para comprar online, 42% apontam a maior variedade de produtos e 41% a oferta de cupons e promoções. Outros 37% destacam a conveniência de comprar sem sair de casa. Já entre os que não compram online, os principais entraves são a falta de meios de pagamento (47%) e a percepção de que a entrega demora muito (30%).


Compras internacionais dividem consumidores

A pesquisa mostra que 46% já compraram e continuam comprando moda em sites internacionais, enquanto 20% já compraram, mas deixaram de fazê-lo. Entre aqueles que nunca compraram e não têm vontade, os principais receios são medo de taxação (39%) e de o produto não chegar (36%).

Entre os que já compraram no exterior, 45% relatam ter enfrentado algum problema. Os principais foram problemas com tamanho ou ajuste (45%), taxação pela alfândega (42%) e atrasos na entrega (33%). Ainda assim, 70% se declaram contra a taxação de compras internacionais de itens de moda para uso próprio.


Marcas mais conhecidas e favoritas

No ranking de marcas de roupas mais conhecidas, Renner lidera com 79%, seguida por Riachuelo e C&A, ambas com 78%. Hering aparece com 71%, enquanto Shein e Zara registram 70%. Entre as marcas de calçados, Havaianas se destaca com 84% de reconhecimento, à frente de Ipanema (75%) e Melissa (72%).

Acessibilidade, tendências e sustentabilidade

O estudo também aponta desafios relacionados à inclusão. Para 56% dos entrevistados, a moda não é acessível para todos os tipos de corpos. Além disso, 42% afirmam que raramente ou apenas às vezes encontram roupas do próprio tamanho com facilidade.

No campo das tendências, 56% seguem perfis de marcas de moda nas redes sociais e 49% acompanham influenciadores do segmento. O Instagram é a principal plataforma para acompanhar marcas e criadores, citado por 87%.

A sustentabilidade aparece como um vetor relevante: 44% consideram o tema importante e 30% muito importante. Além disso, 41% afirmam dar preferência a marcas que desenvolvem ações sustentáveis, e 35% dizem que pagariam mais por produtos sustentáveis.

Leia também: Moda dos anos 2000 e crochê ganham força nas buscas para o Carnaval

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Ian Cândido

Repórter

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