
Fatores como confiança, transparência e clareza ganham cada vez mais peso na relação entre as marcas e o público. No setor financeiro, este panorama acende um alerta: quase um terço dos brasileiros afirma não confiar no conteúdo visual produzido por marcas de serviços bancários pessoais, conforme dados do estudo VisualGPS.
Para piorar, a percepção de credibilidade está ligada à forma como as marcas se apresentam visualmente. Há preferência por imagens realistas, ambientações contemporâneas e linguagem visual considerada mais segura, além de maior conexão com representações que incorporam diversidade e inclusão, citadas por 66% dos entrevistados.
A confiança aparece como o elemento central para as instituições financeiras e está associada à reputação, à transparência de produtos e serviços, à segurança de dados e à comunicação clara. Por enquanto, o cenário é pessimista: 78% dos brasileiros acreditam que a economia global será dominada por poucas grandes empresas de tecnologia. Outros 70% avaliam que a inflação pode tornar itens básicos menos acessíveis.

Refinanciamento visual
Apesar das preocupações com o cenário econômico, 80% dos brasileiros afirmam utilizar a tecnologia para resolver problemas ou alcançar objetivos antes considerados difíceis. O contexto aponta para uma oportunidade para que as empresas do setor avancem em inovação, desde que acompanhadas de uma comunicação acessível, transparente e relevante.
Pensando nisso, o estudo propõe uma reconfiguração da narrativa do setor financeiro, classificada como refinanciamento visual, com foco na tradução da inovação em benefícios concretos e aspiracionais. A proposta se baseia nos principais objetivos de vida citados pelos brasileiros, a saber, independência financeira, bem-estar, experiências como viagens e lazer e longevidade.
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