Honda está prestes a promover uma das transformações simbólicas mais relevantes de sua história recente. A partir de 2027, a montadora japonesa passará a utilizar, em toda a sua linha de veículos eletrificados, um redesenho do logotipo “H” desenvolvido para marcar a era dos elétricos, substituindo gradualmente o emblema tradicional que acompanha a marca há décadas.
Apresentado inicialmente nos conceitos da chamada Honda 0 Series, a novidade materializa a transição estratégica da empresa para um novo ciclo tecnológico, centrado em eletrificação, softwares e serviços de mobilidade. Com traços mais planos, minimalistas e sem o contorno metálico clássico, o novo “H” foi concebido para dialogar com a linguagem visual da próxima geração de automóveis, especialmente os elétricos e híbridos.
O emblema se inspira em uma interpretação moderna de seu primeiro logotipo da montadora, criado nos anos 1960, e carrega um significado simbólico: as formas abertas remetem a “duas mãos estendidas”, numa metáfora para a proximidade com o consumidor e para o compromisso da empresa com novas soluções de mobilidade.

Substituição gradual
A estreia oficial do novo logotipo ocorrerá nos modelos de produção derivados da Honda 0 Series, família global de elétricos que começa a chegar ao mercado a partir de 2026 e ganha escala em 2027. A partir daí, o símbolo passará a identificar também os híbridos de nova geração e, gradualmente, toda a operação de automóveis da marca, incluindo comunicação institucional, concessionárias e materiais de marca.
Embora o foco inicial esteja nos veículos eletrificados, a estratégia indica que o novo emblema tende a se tornar o rosto da Honda no setor automotivo como um todo, consolidando uma identidade visual alinhada ao futuro digital e sustentável da companhia. A mudança de logo funciona como um sinal claro de reposicionamento: a Honda quer que sua imagem acompanhe, de forma explícita, a virada tecnológica que está promovendo em seus produtos.
Para isso, a empresa prepara o terreno para comunicar, de maneira imediata e global, que sua próxima fase será guiada pela eletrificação, pela conectividade e por uma nova forma de se relacionar com a mobilidade. O novo “H” passa a ser, a partir de 2027, o emblema dessa transição.
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