
O mercado de eventos está mais pressionado por resultados, mais desafiado a inovar e, ao mesmo tempo, mais estratégico para marcas e negócios. Atento a isso, o Green Room, podcast do Mundo do Marketing, lança no dia 17 de abril uma temporada especial gravada diretamente do CMO Summit 2026, reunindo algumas das principais lideranças do setor para discutir, na prática, os caminhos que estão redesenhando essa indústria.
A proposta da temporada é mostrar como festivais, feiras e conferências estão sendo repensados diante de um público mais exigente e de empresas que demandam retorno tangível. Ao longo dos episódios, o conteúdo percorre toda a cadeia de valor dos eventos, passando por produção, estratégia, Marketing, patrocínio, experiência, tecnologia e monetização.
O episódio de estreia traz Luís Justo, CEO do Rock in Rio, para essa conversa. À frente de um dos maiores festivais de música e entretenimento do mundo, o executivo detalha os bastidores de uma operação que envolve milhares de pessoas, múltiplos palcos, marcas e parceiros, além de uma audiência global.
Entre os temas abordados, está o desafio de manter a relevância de um evento já consolidado, sem abrir mão da inovação. Justo reforça que o Rock in Rio deixou de ser unicamente um festival para se posicionar como uma plataforma contínua de entretenimento, conteúdo e impacto, ampliando sua presença ao longo do ano e fortalecendo a conexão com público e patrocinadores.

Outro ponto analisado é a relação entre experiência e resultado, além da construção de jornadas memoráveis para o público não mais como um diferencial, mas uma exigência diretamente ligada à geração de valor para as marcas. Também é abordado como o festival se torna um ambiente de experimentação e relacionamento, onde propósito, storytelling e ativação precisam convergir com métricas de negócio.
Diferentes modelos, desafios em comum
Os próximos episódios reúnem nomes como Ana Flavia de Wit, da Gamescom, trazendo a visão de eventos globais de games e tecnologia; Lolla Vasconcelos, do RIO2C, com a perspectiva da economia criativa; e Debora Huff, da Beauty Fair, destacando a força do relacionamento e dos negócios no B2B.
Também participam lideranças de grandes conferências, como Marcelo Senhorini, do ERP Summit, e Lucas Schweitzer, do Empreende Brasil, que exploram o papel do conteúdo e da geração de leads como pilares de crescimento. Já Rafaela Lotto, do YouPix, adiciona a camada da creator economy e das comunidades como ativos centrais na construção de audiência. Do lado das marcas, Adriana Teixeira, da Heineken, contribui com a visão de quem investe em eventos como plataforma estratégica, conectando branding, experiência e retorno.

A temporada amplia ainda mais o olhar ao incluir executivos e especialistas de diferentes frentes do ecossistema, como tecnologia, inovação, associações e novos formatos de eventos. Entre eles estão representantes de iniciativas como IA Brasil Experience, Energy Summit, Comex Tech Summit e Product Camp, além de entidades como Alagev e AB Startups.
Eventos como plataformas de negócio
Muito mais do que eventos como ações pontuais, as conversas mostram como eles operam como hubs de negócios e relacionamento. A integração entre presencial, digital e híbrido ganha força, enquanto a personalização e a curadoria de conteúdo se tornam decisivas para engajar audiências cada vez mais fragmentadas.
Ao consolidar diferentes visões em um único projeto, o Green Room posiciona a temporada como um termômetro do setor de eventos, que mapeia tendências ao mesmo tempo em que traduz aprendizados aplicáveis, tanto para grandes festivais B2C quanto para eventos corporativos e especializados.
A estreia no YouTube marca o início de uma série que acompanha a transformação de um mercado que, pressionado por eficiência, encontra na experiência e na estratégia novas formas de crescer. Assista ao Green Room.
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