
A Fundação Getulio Vargas (FGV) passou a utilizar Inteligência Artificial para transformar a experiência de busca em seu portal. Desenvolvido com Microsoft Copilot Studio, o novo agente permite que usuários encontrem informações de cursos, pesquisas, indicadores econômicos, concursos e outros conteúdos por meio de perguntas em linguagem natural.
A solução reúne informações distribuídas por mais de 100 sites da Fundação em uma experiência conversacional. Em vez de depender de palavras-chave ou conhecer a estrutura das diferentes escolas, centros e unidades da FGV, o usuário pode fazer uma pergunta e receber uma resposta contextualizada, com direcionamento para o conteúdo relacionado à sua necessidade.
Em menos de um ano, o uso da busca no Portal FGV cresceu 102% em número de sessões. O agente também gerou mais de 127 mil conexões entre usuários e conteúdos, escolas, centros de pesquisa e iniciativas da Fundação.

As interações também tiveram impacto sobre as páginas de matrícula. Segundo a FGV, 13 mil cadastros foram realizados em páginas de matrícula a partir de interações com o agente. O tempo médio de interação praticamente dobrou, enquanto a distribuição de tráfego entre os diferentes ambientes digitais da Fundação aumentou 42 vezes.
"O novo buscador do Portal FGV mostra como a Inteligência Artificial pode ser aplicada para resolver um problema concreto da experiência digital. Em vez de exigir que o usuário entenda a estrutura da Fundação, a tecnologia interpreta sua intenção e o conduz, em poucos segundos, à informação mais relevante", afirma Marcos Facó, diretor de Comunicação e Marketing da FGV/CMO FGV DICOM.
Disponível no Portal FGV, a ferramenta também permite à Fundação analisar as interações realizadas pelos usuários para aprimorar a precisão das respostas e ampliar a capacidade de relacionar cada consulta aos conteúdos e iniciativas disponíveis no ecossistema digital da instituição.
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