Após um ano em que os vídeos curtos se consolidaram como principal formato de consumo digital, 2026 inaugura uma nova etapa para o setor, marcada pela integração entre entretenimento, narrativa e comércio.
O formato permanece no centro das estratégias de 73% das marcas, confirmando seu papel estrutural no planejamento de comunicação, conforme apontam dados do estudo The State of Social Media Marketing 2026,
Partindo da análise do comportamento da comunidade, do desempenho de produtos lançados em 2025 e da observação das transformações do mercado, o Kwai mapeou quatro tendências que devem impulsionar o ecossistema de vídeos curtos ao longo de 2026:
1) A linguagem de mininovela se consolida como formato-chave do conteúdo comercial
As mininovelas verticais chegam a 2026 não apenas como um fenômeno de entretenimento, mas como uma linguagem estratégica para a comunicação de marcas. No Brasil, esse movimento ganhou escala a partir do TeleKwai, projeto que estruturou narrativas seriadas em formato vertical e acelerou a adoção do modelo por produtoras e anunciantes.
A maturidade do formato se reflete em projetos como o TeleKwai do Consórcio Honda, reconhecido em festivais internacionais de branded content; a mininovela da Sorriso, da Colgate-Palmolive, destaque no Rio Webfest; e a produção de O Boticário, que combinou engajamento e impacto social ao retratar realidades regionais.

2) Avatares de IA e criadores virtuais ganham protagonismo no live commerce
Em 2026, a inteligência artificial avança de forma decisiva no social commerce com a consolidação de avatares digitais como apresentadores de lives de venda.
Após projetos-piloto realizados em 2025, criadores virtuais passam a conduzir transmissões ao vivo com alto nível de personalização, operação contínua e integração direta com a jornada de compra.
No ecossistema do Kwai, essa evolução se conecta à estratégia de live commerce ao permitir que vendas ocorram em tempo real por meio de personagens digitais capazes de apresentar produtos, responder dúvidas e guiar a experiência de consumo.
3) Social commerce amadurece e se transforma em experiência narrativa de compra
Narrativas seriadas criam vínculo emocional, mantêm a atenção ao longo do tempo e aumentam a propensão à conversão, porque o produto passa a fazer parte da história. Neste contexto, o social commerce deixa de operar apenas como canal transacional e passa a se estruturar como experiência.
A tendência aponta para maior engajamento com produtos apresentados em contextos narrativos, em comparação a abordagens exclusivamente demonstrativas.

4) Autenticidade segue como principal ativo em um cenário cada vez mais tecnológico
Mesmo com a expansão da IA, da automação e dos criadores virtuais, a autenticidade permanece como um dos principais vetores de engajamento nos vídeos curtos. Histórias reais, bastidores e emoções reconhecíveis continuam a gerar maior conexão com o público, reforçando confiança e proximidade.
Em 2026, o diferencial competitivo não está apenas na sofisticação tecnológica, mas na capacidade de construir narrativas verdadeiras e relevantes, inclusive em formatos híbridos que combinam recursos digitais com a força da experiência humana.
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