Os números vistos durante o Rio Open 2026 firmam o torneio como um dos principais ativos de Marketing do calendário esportivo brasileiro. Ao longo do evento, foram registradas 74,2 mil menções abertas nas redes sociais relacionadas às marcas envolvidas com a organização, conforme apontam dados divulgados pela Human Data.
O levantamento aponta que Claro, XP e Betnacional lideraram o share of voice durante o período. Gilberto Zurita, sócio e CEO do Resenha Digital Clube, avalia que as marcas em destaque foram as que conseguiram integrar performance esportiva, experiência do evento e linguagem digital ampliaram significativamente seu potencial de engajamento.

Houve um crescimento de 35% nas buscas pelo evento em comparação com 2025, consolidando o ano atual como o de maior atenção digital ao torneio. A categoria "Experiência do Evento" (estrutura, gastronomia e atmosfera) representou 22% das publicações, indicando que a vivência in loco ganhou centralidade na conversa digital.
A atenção provoca uma mudança estrutural na percepção do evento, que deixa de ser visto apenas como um ATP sediado no Brasil para ocupar o espaço de vitrine de novos talentos e entretenimento. O engajamento extrapolou a bolha esportiva. Influenciadores de outros territórios, como Malu Borges, conectaram o torneio a universos como moda e lifestyle, atraindo públicos que tradicionalmente não consomem tênis.
O principal catalisador desse engajamento foi a vitória de João Fonseca e Marcelo Melo na final de duplas. No domingo (22), dia da conquista, o engajamento nas publicações oficiais do evento triplicou em relação ao início da competição.
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