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Pagamentos móveis avançam no Brasil e smartphone já substitui a carteira para 22% da população

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DATA

29 de jan. de 2026

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Notícias

Já há algum tempo, o smartphone reserva o status de principal elo entre consumidores e o ecossistema digital no Brasil. A manutenção desta constante foi abordada no estudo “Panorama Mobile Time/Opinion Box – Pagamentos móveis e comércio móvel no Brasil”,  que aponta a expansão consistente dos pagamentos móveis, a substituição gradual da carteira física pelo celular e a maturidade do comércio móvel no país.

Nos pagamentos presenciais, o uso do QR Code tornou-se praticamente universal. Em 2025, 92% dos brasileiros com smartphone afirmam já ter realizado pagamentos escaneando um código, ante 48% em 2020. A frequência também avançou: 78% dizem ter feito ao menos um pagamento por QR Code nos 30 dias anteriores à pesquisa. 

O uso é mais disseminado entre jovens de 16 a 29 anos, grupo em que a proporção chega a 96%, enquanto entre pessoas com 50 anos ou mais o índice é de 88%. Dados do relatório sustentam que, embora o modelo tenha começado com carteiras digitais fechadas, foi o Pix o principal responsável por sua popularização.

O pagamento por aproximação com o smartphone também registrou crescimento relevante. A proporção de brasileiros que já utilizaram esse meio passou de 17% em 2019 para 64% em 2025. 

No último ano, 57% realizaram pelo menos um pagamento por aproximação. O uso é mais elevado entre usuários de iPhone, dos quais 83% já tiveram essa experiência, contra 55% entre usuários de Android, reflexo da presença desigual da tecnologia NFC nos aparelhos. Jovens de 16 a 29 anos também lideram nesse indicador, com 77%.


Impacto nos pontos de vendas

A combinação de Pix, QR Code e aproximação vem alterando o comportamento de pagamento nas lojas físicas. O cartão de plástico permanece como a forma de pagamento mais utilizada, citado por 52% dos entrevistados, mas perdeu participação nos últimos anos. O dinheiro segue em queda e hoje é o meio mais usado por apenas 6% da população. 

Na direção oposta, o smartphone aparece como principal forma de pagamento para 40% dos brasileiros, o dobro do registrado dois anos antes. A mudança se reflete no hábito cotidiano: 22% afirmam que não levam mais a carteira quando saem de casa, optando por pagar exclusivamente pelo celular.

No comércio eletrônico, o smartphone já ocupa posição dominante. 97% dos brasileiros com smartphone já compraram mercadorias por meio de aplicativos ou sites móveis, e 91% realizaram ao menos uma compra dessa natureza nos 30 dias anteriores à pesquisa. A frequência de uso também aumentou: 87% dizem comprar pelo celular com mais frequência do que há seis meses. Na média nacional, 13% dos consumidores móveis afirmam realizar compras todos os dias ou quase todos os dias pelo smartphone.

Algumas categorias já migraram de forma mais consistente para o ambiente móvel. Livros, acessórios de moda, cosméticos, roupas e calçados são comprados com mais frequência pelo celular do que em lojas físicas. Por outro lado, produtos como alimentos, itens de higiene pessoal, produtos de limpeza e ração para pets seguem concentrados no varejo presencial, indicando que a digitalização do consumo ainda varia conforme o tipo de produto.


Atributos e plataformas em destaque

Na avaliação da experiência de compra via celular, o preço aparece como o principal atributo positivo, citado por 37% dos entrevistados, seguido pela conveniência. O custo do frete é apontado como o principal obstáculo do m-commerce, mencionado por 40% dos consumidores, à frente da impossibilidade de tocar ou testar o produto e da demora na entrega.

A forma de pagamento no comércio móvel também passou por ajustes recentes. O cartão de crédito ampliou sua liderança e hoje é o meio preferido de 72% dos consumidores móveis. O Pix, que vinha em trajetória de crescimento desde sua criação, apresentou queda pela primeira vez na série histórica, recuando de 26% para 21% em um ano. A edição de 2025 também passou a considerar o cartão de débito, citado como meio preferido por 3% dos entrevistados.

Entre os aplicativos de m-commerce, a Shopee manteve a liderança, sendo apontada por 26% dos consumidores como o app que mais utilizam para compras pelo smartphone. A Amazon assumiu a segunda posição, com 19%, superando o Mercado Livre, que aparece com 17%. O estudo também mostra a consolidação de canais alternativos de venda: 53% dos brasileiros já compraram produtos pelo WhatsApp e 39% pelo Instagram, com variações relevantes por região, idade e gênero.

Os serviços online-to-offline seguem trajetória semelhante. Nove em cada dez brasileiros já solicitaram corridas de carro por aplicativo, com ampla liderança do Uber. O uso de aplicativos para delivery de comida permanece elevado, alcançando 89% da população com smartphone, enquanto a frequência de pedidos cresceu no último ano. A compra de ingressos por aplicativos chegou a 61% em 2025, e a reserva de hospedagem por apps saltou de 24% em 2019 para 68%, com crescimento expressivo do Airbnb, que se aproxima do líder Booking.com.

Mesmo serviços financeiros mais complexos avançaram no ambiente móvel. Quatro em cada dez brasileiros já contrataram empréstimo via aplicativo, embora o indicador tenha recuado três pontos percentuais em relação a 2024. A contratação de seguros pelo celular permanece estável, alcançando 27% da população, com destaque para o seguro automotivo e crescimento recente nas modalidades de viagem e proteção contra roubo ou quebra de smartphone.

A pesquisa foi realizada entre 11 e 27 de novembro de 2025, com 2.309 brasileiros que acessam a internet e possuem smartphone, respeitando critérios de gênero, idade, renda e distribuição geográfica. O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

Leia também: Puma tenta se reposicionar com apoio da Anta Sports após avanço da Adidas



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Ian Cândido

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