A Natura voltou a produzir fragrâncias clássicas da categoria de perfumaria. As fragrâncias Revelar, Shiraz, Hoje (masculino e feminino) e Urbano voltam em um cumprimento à memória do consumidor. A ideia é valorizar o cheiro como parte essencial da construção de vínculos, identidade e bem-estar.
Bases biológicas embasam o teor comunicacional da campanha. Ao entrar em contato com uma fragrância marcante do passado, o corpo tende a reagir de forma quase imediata. É comum que a respiração se torne mais lenta, a frequência cardíaca diminua e surja uma sensação de afetiva de conforto, segundo Artur Placeres Neto, Ph.D., Gerente Científico Sênior de Ciência de Fragrâncias da Natura.
Isso acontece porque o cérebro armazena o cheiro junto com a emoção vivida naquele momento. Quando o cheiro reaparece, a memória volta inteira, não só a lembrança, mas o sentimento associado a ela.
Esse entendimento se conecta a um movimento comercial criado a partir de um desejo claro dos consumidores: o de reencontrar fragrâncias que marcaram diferentes momentos de suas vidas. Atenta a essa demanda, a Natura visa reforçar o papel do cheiro como parte essencial da construção de vínculos, identidade e bem-estar.
Especificidades da seleção
As fragrâncias que compõem o movimento 'cheiro de saudade' são: Natura Shiraz, um amadeirado especiado com jasmim e rosas; Natura Revelar, clássico da perfumaria da marca; Natura Hoje Masculino e Hoje Feminino, deo colônias para o dia a dia; e Urbano, fragrância que promete “traduzir” o homem contemporâneo.
A perfumista da Natura, Veronica Kato, explica que ao trazer esses clássicos de volta, a Natura reforça seu compromisso com uma perfumaria que valoriza histórias, conexões e emoções, respeitando seu legado e dialogando com o presente.
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