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Mercado de games entra em fase de ajuste, com queda na base e alta relevância no consumo diário

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9 de abr. de 2026

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Notícias

Após alcançar um ápice histórico em 2025, de jogos digitais segue relevante no Brasil, conforme apontam dados da Pesquisa Game Brasil (PGB). A proporção de entrevistados que se declaram jogadores caiu de 82,8% para 75,3% em um ano. Ainda assim, 86,7% consideram os games uma das principais formas de entretenimento no dia-a-dia, e 80,7% os apontam como a principal.

A retração reflete um processo de normalização do mercado, influenciado, entre outros fatores, pela regulamentação dos jogos de azar ao longo de 2025, que contribuiu para delimitar melhor o setor. O levantamento também aponta uma mudança na forma como o público se identifica com o universo gamer, com maior seletividade e associação a pertencimento e engajamento.

O celular permanece como principal meio de acesso aos jogos, com 44,1% da preferência. Houve avanço do PC, preferido por 21,1% dos entrevistados, e dos consoles, com 24%. Carlos Silva, CEO da Go Gamers, afirma que o crescimento do PC está associado a um perfil de usuário mais engajado, com sessões mais longas e maior disposição para investir em hardware e jogos.


No recorte demográfico, a pesquisa identifica uma renovação do público. A Geração Z (16 a 29 anos) passou a liderar a base de jogadores, com 36,5% de participação, superando os Millennials, que agora representam 33,7%. As mulheres seguem como maioria, com 52,8%, enquanto 54,9% dos jogadores se enquadram nas classes médias B2, C1 e C2.

IA impacta o mundo dos games

Em relação ao uso de Inteligência Artificial generativa na criação de jogos, o público demonstra postura cautelosa. 45,7% manifestam preocupação com a perda de empregos e a precarização do trabalho criativo, 39,6% citam riscos de violação de direitos autorais e 38,4% temem queda na qualidade dos jogos. Ainda assim, 39,3% afirmam que comprariam títulos com uso intensivo de IA, enquanto 40,9% consideram essa possibilidade.


Entre os principais fatores para recomprar um jogo estão preço promocional (44%), versões atualizadas como remakes ou remasters (36,3%) e compatibilidade com plataformas atuais (23,8%). 34,5% dos entrevistados têm algum nível de preocupação com a possibilidade de perder acesso a títulos adquiridos digitalmente no futuro, enquanto 22% demonstram alta preocupação. Em paralelo, 62,6% afirmam revisitar jogos antigos individualmente, e 55,1% consomem títulos clássicos em experiências sociais.

O estudo foi conduzido por SX Group e Go Gamers, em parceria com Blend New Research e ESPM, com base em 7.115 entrevistas realizadas entre 5 e 13 de março de 2026, com participantes de 16 a 55 anos.

Leia também: Como os brasileiros se relacionam com os games

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Ian Cândido

Repórter

AUTOR

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