Por muitos anos, o mercado de feiras concentrou sua energia em estandes, pavilhões cheios e programação presencial. Aos poucos, começou a surgir um entendimento silencioso, e necessário, de que o futuro dos eventos dependeria também da capacidade de produzir conhecimento, ouvir seu setor e criar diálogo ao longo do ano.
A Beauty Fair Co. foi se aproximando dessa visão de maneira natural, impulsionada pelo contato diário com profissionais, marcas e varejo. Sem grandes rótulos ou estratégias mirabolantes, apenas com a percepção de que conteúdo seria um pilar importante para fortalecer o mercado como um todo. Assim, antes mesmo de se falar amplamente em marketing de conteúdo, dados ou construção de comunidade, a Beauty Fair já exercia, na prática, algo muito próximo ao papel de um Publisher, mesmo sem ter a mínima noção do que isso significava.

Aliás, publisher não. Omnipublisher. Ser “omni” é ampliar a fronteira do que significa comunicar, educar e relacionar-se. É não depender de um único canal. É assumir que o papel de uma marca, no caso das feiras, não é aparecer apenas quatro dias por ano, mas ser presença constante na vida de quem constrói o mercado.
E talvez seja justamente esse o maior erro estratégico que boa parte das feiras comete até hoje: acreditar que são eventos. Quando, na verdade, deveriam ser plataformas de conhecimento, geradoras de conversas, conectores de setores inteiros. Feiras devem ser as organizações que mais profundamente conhecem o comportamento de compra, os movimentos de mercado, as dores e ambições de seus públicos. E por conhecerem tão profundamente seus segmentos, têm legitimidade para atuar como think tanks, produzindo análises, inspirando decisões e antecipando tendências.

No entanto, realizar esse movimento tão importante se apoiando única e exclusivamente nas redes sociais (ou plataformas terceiras) limita o poder de distribuição e utilização de dados, tão fundamentais para as empresas nos dias de hoje. É como se você construísse uma linda casa em um terreno alugado. O dono do terreno pode mudar, a qualquer momento, o valor, o acesso, a forma como você expande sua casa.
A Beauty Fair passou por esse dilema, assim como todo o mercado. E é esse entendimento que sustentou a criação de um território digital de conteúdo proprietário. O portal Negócios de Beleza nasceu em 2022, assinado pela Beauty Fair Co., para finalmente materializar, de forma estruturada, nossa vocação editorial. Hoje ele detém a liderança de audiência do segmento, de acordo com dados da Similarweb.
O portal serve o mercado e serve a empresa com estratégia, governança editorial, especialistas e uma ambição muito clara: ser o hub que integra todo o ecossistema da Beauty Fair — feiras, congressos, dados, mercado, varejo, indústria e profissionais.

Hoje, operamos com visão holística: conteúdo, distribuição e plataforma.
Temos conselho editorial, reuniões mensais, análise de audiência, SEO estratégico, cobertura nacional e internacional — e, principalmente, clareza de propósito: educar, informar e desenvolver o mercado de beleza para muito além dos quatro dias do evento. Estamos presentes o ano inteiro.
Ao construir um território digital proprietário, a Beauty Fair passou a ter relacionamento contínuo com sua comunidade, legitimidade para entrevistar líderes e influenciadores estratégicos, capacidade de pautar o mercado, contribuir com insights e dados, ajudando os profissionais com uma curadoria dos principais movimentos do setor de beleza. Em uma era onde a fake news se espalha rapidamente, ser fonte confiável tem valor imensurável para qualquer empresa.
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