
Muitas vezes me perguntam se a Creator Economy é apenas uma "fase" do marketing tradicional. Minha resposta é sempre a mesma: olhe para o que acontece quando reunimos, em um único espaço, as mentes que estão moldando o futuro da influência no Brasil. Esse é o YPX Summit, uma plataforma viva onde conexões reais entre marcas e criadores se transformam em resultados de negócio.
Na edição passada, não só batemos recordes de público como também mudou todo o tom da conversa. Paramos de ser só um “puxadinho” para virar referência entre os profissionais que vivem dentro desse ecossistema e querem falar de como a influência está entranhada na base da economia brasileira.
O que aprendemos com a edição de 2025
A última edição foi a nossa maior até agora, não apenas em números, mas em profundidade de discussão. Vimos que o mercado amadureceu com modelos de agenciamento para múltiplos formatos, estratégias robustas de social commerce e o papel fundamental da inteligência artificial na vida do creator.
E se em 2025 o mercado ainda olhava torto para o termo "afiliado", o YPX Summit mudou o jogo. Mostramos que o que está rolando agora é uma sofisticação absurda desse modelo, falando de creators que operam como verdadeiras unidades de negócio dentro de ecossistemas como o da Amazon Brasil e TikTok Shop. O grande aprendizado que trouxemos em nossos painéis é que o afiliado moderno é um curador de confiança.

Um dos grandes destaques que nos orgulha foi trazer o debate sobre a "Influência no Brasil com S". Saímos do eixo óbvio para mostrar a potência criativa das periferias e de regiões como a Amazônia, provando que diversidade é, antes de tudo, um motor de consumo e autenticidade. Também mergulhamos no ecossistema da Amazon e na força das comunidades de marcas, como o case #TeamGalaxy.
E não foi só conteúdo de palco. Ativações como a da Amazon, Mercado Livre e Globo trouxeram experiências que conectaram o digital ao físico de um jeito orgânico, gerando uma conversa de mão dupla entre o criador e a marca. Enquanto o nosso Startup Pass — que foi o grande "xodó" da edição — colocou os novos empreendedores de adtechs e soluções de IA frente a frente com os grandes players.
ALERTA DE SPOILER: Com o aniversário de 20 anos da YOUPIX, o que podemos esperar para a edição de 2026?
Se 2025 consolidou a Creator Economy como negócio, em 2026, prestes a completarmos 20 anos, vamos hackear as fronteiras entre o conteúdo e a conversão. Algumas novidades que já podemos adiantar:
Startup Pass: Após o sucesso do lançamento no ano passado, o Startup Pass deve ser mantido e ampliado. Queremos que os novos empreendedores da economia da influência tenham cada vez mais espaço para escalar suas soluções.
Novos Formatos e Experiências: O site do Summit 2026 já está no ar com uma cara totalmente nova, refletindo nossa obsessão em criar uma jornada de conteúdo que seja tão fluida quanto o feed de um creator.
Early Bird: Para quem já entende que o Summit é o lugar onde as tendências do ano são antecipadas, as vendas começam com condições especiais. É o momento de garantir o lugar na mesa onde as decisões de 2026 serão tomadas.

O que vimos no palco e nos corredores do Summit é a consolidação de uma influência muito mais técnica e verticalizada. Estamos falando da volta triunfal dos formatos longos, que provaram ter uma força de retenção que o scroll infinito não consegue bater, e de uma integração visceral com o e-commerce — onde o criador não apenas indica, mas opera a jornada de venda. Além disso, a fronteira entre serviço e conteúdo se dissolveu: o futuro pertence a quem entende que influência é sobre comunidade e utilidade, transformando consultoras em creators e marcas em facilitadoras de conversas em tempo real. A inteligência artificial entra aqui não para substituir o talento, mas como o 'copiloto' que libera o criador para o que realmente importa: a estratégia e a conexão humana que nenhum algoritmo consegue replicar.
Por isso, a importância do Summit para a Creator Economy reside na sua capacidade de "falar a verdade" sobre o setor. Discutimos desde os desafios éticos da influência na infância até modelos de equity e o futuro da influência em diferentes nichos. No final do dia, ele existe para que reforcemos o creator como o centro de uma nova economia que movimenta bilhões e, mais importante, impacta a cultura brasileira.
Nos vemos na edição de 2026?
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