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O torcedor mudou e a estratégia de Marketing de influência da marca continua a mesma?

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O torcedor mudou e a estratégia de Marketing de influência da marca continua a mesma

Se o plano da sua marca para a Copa do Mundo de 2026 se resume a garantir uma inserção no intervalo do jogo, fechar um patrocínio padrão ou enviar um "kit torcida" genérico para influenciadores, você já entra em campo perdendo de goleada. O Mundial de 2026 será o primeiro em que a Creator Economy deixa de ser um “puxadinho” da estratégia de mídia para se tornar o seu epicentro.

Por décadas, o futebol foi mediado quase exclusivamente pela televisão. Mas o jogo deixou de acontecer apenas dentro de campo: ele agora é interpretado, remixado e disputado por criadores e torcedores em tempo real. Os dados confirmam o tamanho dessa oportunidade: segundo a Ipsos (2025), 71% dos brasileiros pretendem acompanhar o torneio, um índice 12% acima da média global. E esse jogo já começou: 70% do público já consome ativamente conteúdo sobre a Copa de 2026 desde janeiro. A conversa já está acontecendo,  com ou sem a sua marca.

O lançamento do nosso estudo RE:LANCE confirma o que já vínhamos alertando ao mercado: a disputa deixou de ser pelo espaço na tela e passou a ser pela narrativa. E, surpreendentemente, muitas marcas ainda não entenderam a regra mais básica do jogo contemporâneo: na publicidade tradicional, você paga para interromper a conversa, e na influência, você paga para participar dela.


O influenciador não é mais o "puxadinho" da sua campanha (nem da sua vitrine)

Para quem ainda trata influência como sustentação da TV, basta olhar as movimentações do mercado. A Creator Economy virou a estrutura principal. A maior rede de televisão do país precisou se adaptar criando um canal digital próprio, o GE TV, para competir nesse novo ecossistema. Mais do que isso, a Globo firmou parceria com a Play9 para escalar creators na cobertura. E a CazéTV, hoje consolidada como emissora, será a única a transmitir 100% dos jogos.

Mas a revolução não para na mídia; ela chega ao varejo, criando o que nosso estudo chama de "Torneio Shoppable”, já que 71% dos brasileiros pretendem gastar mais durante o campeonato, de acordo com a Resenha Digital Clube. 

Se antes a influência era vista apenas como topo e meio de funil para gerar lembrança e consideração de marca, em 2026 ela também é motor de venda direta. A clássica corrida pela troca de televisores por exemplo agora divide espaço com um ecossistema agressivo de afiliação e social commerce. TikTok Shop e grandes players do varejo transformam atenção em transação instantânea, seja na venda de um look Brazilcore ou de uma nova vuvuzela, o feed verde e amarelo já nasce com links comissionados. O criador deixou de ser vitrine e passou a ser operação. Quem não entende essa lógica não perde só relevância, perde receita.


A ilusão do patrocínio e o abismo cultural

O futebol deixou de ser apenas um jogo de 90 minutos para se transformar em uma arena contínua de debates sobre política, identidade, moda e comportamento. Para as marcas, isso representa uma mudança. Patrocinar o evento ou aparecer em transmissões oficiais já não garante relevância cultural. A disputa real acontece na capacidade de interpretar o momento e dialogar com as comunidades que orbitam o jogo.

O que vemos, no entanto, é o desespero por surfar no hype. Marcas que tentam se apropriar da brasilidade na base da força. O risco disso? Fazer mais do mesmo. Usar a brasilidade sem leitura cultural transforma o que deveria ser conexão em uma campanha genérica.

Para gerar conexão real, é preciso legitimidade. E é aqui que o mercado tradicional esbarra em suas próprias limitações. Quantos conteúdos “a marca me convidou” que não conectam com nada? É conteúdo que circula, mas não significa. As marcas mais inteligentes já entenderam isso e estão trazendo criadores de conteúdo e influenciadores para a liderança criativa, porque conhecem as dores, os rituais e os códigos do público muito melhor do que uma sala de reunião.


Contexto é mais importante que o logotipo

Não basta querer encaixar a marca no jogo; é fundamental entender em qual conversa faz sentido existir. Como apontamos no estudo de Influência e Consumo feito com a Nielsen em 2025, 71% dos consumidores já estão cansados da publicidade feita por influenciadores, um sinal claro de saturação do modelo atual.

E qual é esse modelo atual? O controlado! Já que o mesmo estudo aponta que 51% rejeitam conteúdos com exagero nos benefícios e elogios à marca, e 48% apontam como negativo conteúdos com “cara de publicidade”, com falas ensaiadas e pouca espontaneidade.

Os rituais da Copa não começam no apito inicial. Eles estão no aumento da demanda de bares, na escolha da camisa da sorte, nas WAG Creators (‘wives and girlfriends’, esposas e namoradas de jogadores), nos preparativos do churrasco e no sportstyle que toma as ruas e arquibancadas. A marca não precisa só comprar a cota de TV, ela pode ser a patrocinadora do ritual, da rotina, da experiência. Só existe relevância quando existe pertencimento. E é daí que nasceu o Re:lance, dessa coleta de sinais que vão muito além do número de views.

E como fica para quem libera o budget?

Em um cenário onde tudo vira conteúdo, o papel da marca é menos controlar a mensagem e mais potencializar a conversa, reagindo rápido e abrindo espaço para a autenticidade. No fim, fica a provocação: sua marca está operando como mídia ou como um negócio que entende de comportamento?

O jogo já começou e a narrativa é de quem tem a comunidade na tela do feed.

Para receber o estudo completo, visite: youpix.com.br/relance

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Rafaela Lotto

Rafaela Lotto

CEO da YOUPIX

Formada em Publicidade pela Universidade Metodista e com MBA em Gestão Empresarial pela FGV, atua há mais de 20 anos com o digital como principal ferramenta de trabalho, seja na liderança de áreas digitais ou na gestão de marcas com forte presença online. Atualmente é CEO da YOUPIX, consultoria de negócios para a Creator Economy, onde aplica seu conhecimento estratégico na construção de marcas e criadores, geração de receita e conexão com consumidores.

AUTOR

Rafaela Lotto

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Formada em Publicidade pela Universidade Metodista e com MBA em Gestão Empresarial pela FGV, atua há mais de 20 anos com o digital como principal ferramenta de trabalho, seja na liderança de áreas digitais ou na gestão de marcas com forte presença online. Atualmente é CEO da YOUPIX, consultoria de negócios para a Creator Economy, onde aplica seu conhecimento estratégico na construção de marcas e criadores, geração de receita e conexão com consumidores.

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