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Bens materiais ou lembranças fundamentais? O poder da experiência

Risos e felicidade têm um efeito enorme no nosso bem-estar emocional e desempenho no trabalho

Por | 14/04/2010

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Por Jorge Nahas*

Já faz algum tempo que escutei de um amigo a história sobre um fim de semana que seu filho passou longe dele. O que me chamou a atenção foram as reflexões, percepções e valores sobre o verdadeiro sentido da vida que uma criança com apenas 12 anos conseguiu passar a um empresário bem sucedido.

O objetivo desse meu amigo era que seu filho valorizasse tudo aquilo que possuía e desse valor às conquistas de seu pai. Mas.... depois de passar um fim de semana na fazenda na companhia do caseiro e seus filhos, que são pessoas com uma realidade totalmente diferente da que seu filho estava acostumado a viver, meu amigo pediu para que seu filho contasse como foi a experiência e o que ele aprendeu com tudo isso. 

E para surpresa de meu amigo, seu filho com um sorriso no rosto contagiante começou a dizer.... "Pai, lá eles realizam todas as refeições juntos com alimentos colhidos ali mesmo e por eles, andam a cavalo na trilha das borboletas, caminham por trilhas onde existem árvores com centenas de anos, pássaros de várias espécies até chegarem a uma maravilhosa e refrescante cachoeira. À noite, com o céu estrelado, eles se reúnem, quase todo dia, para cantar ao som da viola. Eles conseguem aproveitar a vida de uma maneira divertida sem se preocupar com o tempo!" Depois de tantas atividades que contou ao seu pai, finalizou dizendo.... "Obrigado pai, por me mostrar que a felicidade não está na posse e nos bens materiais e sim que o acúmulo de experiências de vida e a lembrança que temos é que define quem somos!"

Essência do Capitalismo
Em seu sentido mais restrito, o capitalismo corresponde ao acúmulo de recursos financeiros (dinheiro) e materiais (prédios, máquinas, ferramentas) que têm sua origem e destino na produção econômica. Essa definição, apesar de excessivamente técnica, é um dos poucos pontos de consenso entre os inúmeros intelectuais que refletiram sobre esse fenômeno ao longo dos últimos 150 anos. O capitalismo tem seu início na Europa, suas características aparecem desde a baixa idade média (do século XI ao XV) com a transferência do centro da vida econômica social e política dos feudos para a cidade e passou por várias etapas evolutivas: capitalismos comercial, industrial e financeiro.

O mercado de trabalho atual exige qualificações constantes, dedicação total, muita responsabilidade, 100% do tempo investido na carreira e preocupação constante com o futuro, esquecendo de aproveitar o presente. A competição acirrada causa estresse e pressão e as cobranças diárias por resultados cada vez maiores levam os executivos a não ter outra preocupação, a não ser sua carreira. O grande estimulante para atingir as agressivas metas é o bônus e as promoções. Mas será que isso é suficiente para a realização, felicidade e reconhecimento do verdadeiro sentido da vida? Não esta faltando equilíbrio e uma forma melhor de viver a vida?

O dinamismo mutante do efeito do capitalismo continua se reinventando, destruindo um paradigma velho e criando um novo e próspero. Por meio das transformações ocorridas nos últimos anos no Brasil e no mundo, como aceleração do aquecimento global, crise econômica financeira e conflitos na estrutura familiar, percebemos que temos que reconstruir a forma do relacionamento com clientes e funcionários, criar novas e inspiradoras formas de incentivar, motivar e reconhecer os colaboradores.

Poder das experiências. Às vezes são as coisas mais simples que fazem a diferença
Risos e felicidade têm um efeito enorme no nosso bem-estar emocional e desempenho no trabalho. Às vezes nos esquecemos de como é bom partilhar uma grande gargalhada. Há um filme estrelado por Jack Nicholson e Morgan Freeman chamado "The Bucket List", que mostra como pode ser enriquecedor baixar a guarda e rir dos absurdos da vida e como é triste quando nos tornamos tão vago no nosso dia-a-dia, que nos esquecemos de fazer isso. Edward (interpretado por Jack Nicholson) trabalha a vida inteira para construir a sua corporação hospitalar em uma empresa da Fortune 500.

Ele é diagnosticado com câncer e colocado em um quarto com outro paciente, também com câncer, Carter Chambers (Morgan Freeman). Os médicos dão a notícia de que ambos têm seis meses a um ano de vida. Carter decide escrever uma "Bucket List", ou seja, uma lista de coisas a fazer na vida antes de morrer. Um dos itens finais da lista de Carter antes dele falecer é "rir até chorar". Jack Nicholson e Morgan Freeman nos mostram com muita sensibilidade inúmeros lados de se viver bem, não somente seus últimos dias por aqui, mas trazem uma bela mensagem sobre religião, trabalho, amizade e tempo.

Um pouco de diversão e risos no local de trabalho é tão poderoso quando se trata de nossa saúde emocional e bem-estar, produtividade e lucros da sua empresa. Quanto mais gostamos do que fazemos, mais produtivo seremos. Estamos falando sobre o engajamento dos empregados. É compromisso emocional e intelectual de uma pessoa em uma organização.

Objetivo: Capturar os corações e as mentes dos participantes.
Por que? A constatação que inspira a fazer esse esforço extra.
Resultado: O trabalho se torna prazeroso, mais produtivo e mais rentável.

Segundo a Gallup, até 21% dos funcionários estão ativamente desengajados no Brasil custando às empresas até US$ 42 bilhões por ano em produtividade perdida. E no clima de hoje, não é possível se dar ao luxo de ter qualquer baixa na produtividade, especialmente quando somos confrontados com a necessidade de fazer mais com menos. Como especialistas em soluções de incentivo, fidelização e motivação do empregado e de recursos humanos, sabemos o que inspira as pessoas.

Nós somos dedicados a ajudar os nossos clientes corporativos a tocar seus funcionários e clientes através de recompensas e incentivos, com uma diferença: a de criar um verdadeiro impacto em torno de sua marca, permitindo que as pessoas façam coisas incríveis e compartilhem suas experiências com os seus amigos, familiares e colegas.

Se você tem dificuldade em convencer a si mesmo ou a sua equipe de executivos que gastar dinheiro com engajamento é um investimento de alta importância estratégica para o negócio, considere estes fatos a partir de pesquisas Gallup:

Funcionários engajados oferecem:
:: Lucro - 27% maior
:: Vendas - 50% maior
:: Fidelização - 50% maior
:: 38% - acima da produtividade média
    
A empresa O Melhor da Vida, ao longo dos últimos cinco anos, tendo trabalhado com mais de 400 empresas, das grandes blue chips, pequenas e médias empresas, já realizou mais de 500.000 experiências brilhantes. Entendemos como as tendências estão se desenvolvendo no local de trabalho, como os funcionários gostam de ser tratados, a eficácia dos incentivos criativos e a importância da construção de uma marca para o colaborador, pois eles são os novos clientes.

Sabemos que as pessoas gostam de falar das experiências muito mais do que as posses e bens materiais. É a memória, as histórias e os nossos momentos compartilhados que valorizamos. Quando refletimos sobre nossas vidas, as experiências constituem boa parte do que lembramos. Suas experiências não podem ser levadas ou vendidas em um bazar ou no mercado livre. Elas não vão desaparecer ou enferrujar - suas experiências ficam para sempre!

*Jorge Nahas é Economista e Diretor de Experiências do Grupo O Melhor Da Vida. Blog O Melhor da Vida. E-mail: jorge@omelhordavida.com.br

Por: Jorge Nahas








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