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Por Analisa de Medeiros Brum*
Quando penso em mudança, sempre lembro do McDonald’s com um misto de curiosidade e admiração, por ter sido uma empresa que teve que educar seus jovens colaboradores a vender saladas, além de hamburgers. Mais do que uma mudança no mix de produtos, esse jovens tiveram que protagonizar uma mudança conceitual do negócio em todo o mundo.
São as mudanças que, além de interagir com aspectos culturais, precisam ter a velocidade exigida pelo mercado. Sabemos que a tecnologia evolui rapidamente, mas o ser humano não. A resistência do ser humano à mudança é algo do seu imaginário, como as pequenas estacas nas quais os donos de circo prendem seus elefantes.
Diante desse contexto, a Comunicação Interna e o Endomarketing também tiveram que evoluir rapidamente. Afinal, apesar de resistente à mudança, o ser humano deixou de ser passivo para tornar-se completamente ativo, o que é muito paradoxal. Hoje, o boca-a-boca e o mouse-a-mouse são muito mais rápidos do que qualquer outro processo de comunicação, o que exige uma série de inovações em nível interno.
Essas inovações vão desde as pequenas intervenções com ações interativas até mídias digitais e canais eletrônicos capazes de despertar a atenção e o interesse das pessoas pela informação. Mas as grandes tendências em Comunicação Interna e Endomarketing não estão ligadas apenas à interação e à tecnologia.
Em primeiro lugar, depois da crise, qualquer canal/veículo ou ação tem que ter baixo custo. Mais do que ser barato, é preciso parecer barato. Afinal, todas as empresas estão trabalhando para fazer mais com menos. Em segundo lugar, a Comunicação Interna e o Endomarketing têm que estar voltados para promover o alinhamento das pessoas à estratégia da empresa e, para isso, devem ser entendidos como processos educativos.
Em terceiro lugar, é preciso atentar para os níveis de espiritualidade e emoção presentes em cada processo ou campanha, pois as pessoas estão dando muito valor a isso. E por último, me parece que uma grande tendência é a internacionalização. O desafio de fazer uma Comunicação Interna e um Endomarketing em nível nacional passou rapidamente para internacional.
Hoje, é preciso entender que traduzir e versar são processos completamente diferentes e que aquilo que serve para uma determinada cultura, não serve para outra. A autora francesa Nicole Almeida, a internacionalização está transformando a vida interna das que, por estarem em países diferentes e culturas diferentes, necessitam organizar novas formas de cooperação.
Portanto, não é apenas uma questão de tradução, mas uma grande questão colaborativa que inclui a troca de experiências e a aceitação de uma cultura pela outra, já que empresas não param de comprar empresas em todos os lugares do mundo.
* Analisa de Medeiros Brum é Presidente da HappyHouse Brasil Agência de Endomarketing. analisa@happyhousebrasil.com.br
Seclerb A. Vitorino
Consultor de marketing |
Interessante a análise que acabo de ler, sobre "tendência do endomarketing". Depois que participei de uma ação de endomarketing, comecei a observar atentamente as ações, mas, percebo que não basta informar, educar os colaboradores. Porém, não generalizando, percebo que a maioria das CIAs principalmente o 1º escalão não mostram as atitudes que postam em seus canais de comunicação. Com isso, não adianta investir nas estratégias se o que mais interessa para o capital humano, é a VERDADE e TRANSPARÊNCIA. Porque, cada dia essas pessoas estão mais exigente, mais informadas e não toleram certas atitudes. Podem até não manifestar-se, porém não vão cumprir com uma determinada ação que a CIAs expõem. Portanto as mudanças devem acontecer de cima para baixo e certamente vamos colher os resultados de baixo para cima. Att. Seclerb
Data: 03/11/2010
Seclerb A. Vitorino
Consultor de marketing |
Interessante a análise que acabo de ler, sobre "tendência do endomarketing". Depois que participei de uma ação de endomarketing, comecei a observar atentamente as ações, mas, percebo que não basta informar, educar os colaboradores. Porém, não generalizando, percebo que a maioria das CIAs principalmente o 1º escalão não mostram as atitudes que postam em seus canais de comunicação. Com isso, não adianta investir nas estratégias se o que mais interessa para o capital humano, é a VERDADE e TRANSPARÊNCIA. Porque, cada dia essas pessoas estão mais exigente, mais informadas e não toleram certas atitudes. Podem até não manifestar-se, porém não vão cumprir com uma determinada ação que a CIAs expõem. Portanto as mudanças devem acontecer de cima para baixo e certamente vamos colher os resultados de baixo para cima. Att. Seclerb
Data: 03/11/2010
Seclerb A. Vitorino
Consultor de marketing |
Interessante a análise que acabo de ler, sobre "tendência do endomarketing". Depois que participei de uma ação de endomarketing, comecei a observar atentamente as ações, mas, percebo que não basta informar, educar os colaboradores. Porém, não generalizando, percebo que a maioria das CIAs principalmente o 1º escalão não mostram as atitudes que postam em seus canais de comunicação. Com isso, não adianta investir nas estratégias se o que mais interessa para o capital humano, é a VERDADE e TRANSPARÊNCIA. Porque, cada dia essas pessoas estão mais exigente, mais informadas e não toleram certas atitudes. Podem até não manifestar-se, porém não vão cumprir com uma determinada ação que a CIAs expõem. Portanto as mudanças devem acontecer de cima para baixo e certamente vamos colher os resultados de baixo para cima. Att. Seclerb
Data: 03/11/2010
Raquel Medeiros
Gerente de Marketing | HappyHouse Brasil
No dia 10 de novembro Analisa Brum ministrará o curso Tendências em Endomarketing em Porto Alegre. Para saber mais informações, clique aqui http://ow.ly/33M0B ou enviar um e-mail para academia@happyhousebrasil.com.br. Um abraço, Raquel Medeiros
Data: 03/11/2010
Analisa de Medeiros Brum é Diretora Presidente da HappyHouseBrasil e Autora dos livros Endomarketing e Endomarketing como Estratégia de Gestão.
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Onde está: Script
Para: reforçar a equipe
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