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Mundo do Marketing

10 anos de Marketing no Brasil

10 anos de Marketing no Brasil



  • Último 10 anos

    Anderson de Andrade

    Anderson de Andrade

    CEO da A2C e Presidente da ABRADi

    "A última década foi marcada pelo crescimento exponencial da tecnologia no dia a dia do consumidor. A comunicação se fragmentou e passou a ser exibida em multitelas e multiplataformas, transformando mensagens em causas e marcas em bandeiras. Vimos o Brasil consumir cada vez mais conteúdo distribuído a partir de ferramentas digitais, favorecendo desde o microempreendedor até as grandes corporações."

    Daniel Brumatti

    Daniel Brumatti

    Diretor Geral da Ad.Agency

    "Nos últimos 10 anos, tive a satisfação de acompanhar o aumento da valorização do CRM dentro das empresas. Sempre acreditei no potencial e na força da comunicação dirigida que alia inteligência em dados e criatividade, tanto que decidimos nos tornar especialistas no assunto. Ao longo desse tempo, pudemos construir cases de sucesso com grandes marcas e conquistar resultados extraordinários."

    Daniel Hoe

    Daniel Hoe

    Director of Marketing, Latin America, Sales Force

    "Os últimos 10 anos foram marcados pela evolução do marketing direto, digital e personalizado. Esta evolução da indústria foi motivada por revoluções tecnológicas que transformaram a forma como vivemos e mudaram a maneira como as empresas se relacionam conosco. O advento do consumidor conectado foi impulsionado pelos avanços em cloud computing, redes sociais e mobilidade."

    Felipe Schepers

    Felipe Schepers

    COO e Co-founder da Opinion Box

    "O mundo da pesquisa de mercado, no qual entrei há pouco mais de 10 anos, sofreu muitas transformações principalmente com o crescimento do digital que permitiu, cada vez mais, termos as informações de forma rápida, com baixo custo e com alta credibilidade. Esse crescimento iniciou a quebra de cultura do uso do digital nas empresas em relação a plataformas e soluções inovadoras."

    Flavio Cordeiro

    Flávio Cordeiro

    Sócio-Diretor de Estratégia da Binder

    "O aumento exponencial da complexidade do ecosistema de mídia; O empoderamento sem precedentes do consumidor; O papel das marcas no mundo: ou elas elas se tornam realmente significativas ou morrem. A fantástica elevação do poder de mensuração; Uma forma de trabalhar mais colaborativa e menos individualista; e o mais impactante: a redefinição do poder de influência."

    Gustavo Zobaran

    Gustavo Zobaran

    Head Brand Experience (BX) da Youse

    "Quando comecei neste mundo de internet lá em 1999 fui afetado pela famosa bolha da internet e tive que me reinventar para sobreviver daquela tempestade. Me lembro que as únicas opções que existiam de cargos e funções eram Webdesign e Webmaster. Atualmente são inúmeras as opções que nem consigo listar todas. Nunca imaginei que o cargo que ocupo atualmente fosse existir."

    Jaime Troiano

    Jaime Troiano

    Presidente da Troiano Branding

    "A linguagem e preocupação com Branding tomaram conta do mercado. O que poderia parecer, à primeira vista, mais uma modinha passageira apenas, tem se consolidado como um poderoso instrumento de gestão na vida das organizações. Ainda estamos na infância do Branding, praticado muitas vezes de forma ingênua e precipitada. Mas nos setores mais avançados do mercado, já conquistamos uma cadeira no boardroom. Um movimento irreversível!"

    Karina Milaré

    Karina Milaré

    Sócia-Diretora da REDS

    "Sem dúvida o marketing e a pesquisa de mercado passaram por grandes transformações nos últimos 10 anos, e a internet é um dos principais agentes deste processo. Para acompanhar estas mudanças, a pesquisa de mercado tem buscado se tornar cada vez mais dinâmica, real time e assertiva em suas recomendações, pois dada a grande fragmentação de pontos de contato das marcas com os consumidores, a busca por efetividade torna-se ainda mais crucial dentro das empresas."

    Luis Carlos

    Luis Carlos

    Gerente de Marketing Institucional da Locaweb

    "O marketing ficou mais divertido e desafiador por conta das possibilidades que temos para levar nossas mensagens ao público. Além disso, finalmente aprendemos a medir o retorno sobre investimento - pelo menos no que se refere ao online. Grandes empresas de comunicação perderam mercado e startups explodiram neste período. Posso dizer que somos profissionais melhores e nos reinventamos diariamente."

    Marcelo Trevisani

    Marcelo Trevisani

    Head of Digital Marketing, CI&T

    "As inovações tecnológicas provocaram grandes transformações no mercado na última década, especialmente no dia a dia das pessoas. São crescentes os desafios para se promover ações focadas em analytics e campanhas que impactem clientes em tempo real. Na área de marketing, essa disrupção tem exigido das marcas um mapeamento e entendimento de novos canais digitais, mirando no maior engajamento com consumidores."

    Pedro Filizzola

    Pedro Filizzola

    CMO da SambaTech

    "Vivenciamos a transformação do Marketing tradicional para o Marketing moderno - que se apoderou do digital para catalizar o crescimento das empresas. Agora, a mensagem chega a qualquer lugar e a várias pessoas na velocidade de um clique. O tempo de produção x distribuição é menor, a tecnologia é utilizada para canalizar resultados e as ações são altamente mensuráveis. Mudanças essas que alteraram as regras do jogo e abriram um leque de oportunidades para os profissionais da área."

    Rafael D'Andrea

    Rafael D'Andrea

    CEO do grupo ToolBox

    "O que mais mudou nesse período foi o shopper. A jornada de compra não começa mais na televisão, com a propaganda e termina na gondola dos supermercados. Os shoppers conhecem os novos produtos no pdv enquanto pesquisam sua reputação nos aplicativos mobile. Ou seja, esqueça o conceito de jornada de compras tradicional: antes da loja, dentro da loja e pós-compra. É tudo ao mesmo tempo agora."

    E para você, o que mais mudou no Marketing nesses 10 anos?

  • Próximos 10 anos

    Anderson de Andrade

    Anderson de Andrade

    CEO da A2C e Presidente da ABRADi

    "Em dez anos viveremos a tecnologia de modo tridimensional e multissensorial. Haverá uma disrupção nas interfaces gráficas. A comunicação se tornará cada vez mais autônoma e invisível. A subjetividade humana será plenamente traduzida para algoritmos, gerando oportunidades para as marcas mas provocando fortes questões éticas sobre propriedade de dados. Nossas imperfeições serão valiosíssimas."

    Daniel Brumatti

    Daniel Brumatti

    Diretor Geral da Ad.Agency

    "Os próximos 10 anos reservam um mundo de possibilidades para a comunicação e o Big Data Marketing. Os recursos tecnológicos que temos hoje em dia possibilitam que a internet das coisas já seja uma realidade. Essa nova forma de se comunicar fazerá parte da nossa vida de uma maneira cada vez mais natural. A voz das marcas vai ganhar mais espaço e será mais intuitivo para os clientes interagirem com ela."

    Daniel Hoe

    Daniel Hoe

    Director of Marketing, Latin America, Sales Force

    "Os mundos offline e online convergirão cada vez mais. As fronteiras entre vendas, marketing e atendimento ficarão mais tênues. Toda empresa tem a frente a oportunidade de conectar-se com seus clientes de forma inovadora. Os avanços em produtos conectados (Internet das Coisas) e ciências de dados, aliados às revoluções de cloud, social e mobilidade, permitirão às empresas transformar qualquer produto ou "coisa" em um canal de comunicação com o cliente."

    Fulano

    Felipe Schepers

    COO e Co-founder da Opinion Box

    "Os próximos 10 anos prometem derrubar de vez a cultura do uso do digital no marketing, permitindo que todas as pessoas e empresas tenham acesso e utilizem plataformas e empresas inovadoras digitais no seu dia a dia. Assim, os desafios para os profissionais de marketing serão aumentados, pois entender os consumidores e chegar até eles será mais fácil, porém não permitirá erros."

    Flavio Cordeiro

    Flávio Cordeiro

    Sócio-Diretor de Estratégia da Binder

    "Internet das Coisas, Inteligência Artificial e Neuro Marketing vão se transformar em ferramentas básicas do dia a dia, tornando a antecipação dos desejos dos consumidores a principal tarefa do marketing. As fronteiras entre agências, veículos, empresas de branding, PR etc vão ficar cada vez menos nítidas. O ambiente competitivo será uma arena muito confusa. "

    Gustavo Zobaran

    Gustavo Zobaran

    Head Brand Experience (BX) da Youse

    "Estamos sendo atropelados pela tecnologia, enxurrada de informação e tudo com uma velocidade absurda, mas aposto que iremos "voltar no tempo". Este movimento já está acontecendo! Os livros impressos voltaram a ter uma alta nas vendas, a Amazon montando lojas físicas, supermercados investindo lojas de bairro... Isso tudo se resume muito na experiência que o cliente está buscando. Ele quem manda e mandará cada vez mais, pois no fim o que fica é experiência do cliente com a marca!"

    Jaime Troiano

    Jaime Troiano

    Presidente da Troiano Branding

    "Branding será a nova face do marketing, em sentido pleno. Mais integrador, mais corporativo, mais eficaz na criação de valor. E, definitivamente, a mais poderosa ferramenta para alimentar o engajamento e dar um verdadeiro propósito para a presença das marcas em nossas vidas e na sociedade como um todo. Aliás, marcas sem um propósito serão fatalmente marcas sem alma. Já estamos bem próximos disso."

    Karina Milaré

    Karina Milaré

    Sócia-Diretora da REDS

    "Os próximos dez anos devem ser ainda mais transformadores, e creio que com um foco bastante grande em alguns desafios: integração de diferentes formas de coleta de informações e contato com os consumidores, ampliação da pesquisa transacional para além do setor de serviços, tornando-se um processo on-going ao invés dos grandes projetos one-shot e utilização de mais ferramentas que buscam as expressões não verbais dos consumidores, via neurosciência ou neurometria."

    Luis Carlos

    Luis Carlos

    Gerente de Marketing Institucional da Locaweb

    "Na próxima década as mudanças serão mais relevantes. Com o Big Data, seremos cada vez mais assertivos, apresentando a mensagem certa no momento mais adequado. As ferramentas de marketing nos ajudarão a conhecer as pessoas como sempre desejamos. De tão próspero que parece ser o futuro, ainda não conseguimos ter uma visão clara do que se aproxima, mas com certeza quero vivenciar tudo isso de perto. "

    Marcelo Trevisani

    Marcelo Trevisani

    Head of Digital Marketing, CI&T

    "Uma das grandes tendências para a próxima década é o surgimento de novas marcas no mercado, provenientes de empresas que apostam e investem fortemente no digital. A mobilidade também trará novas formas para as marcas explorarem os 4Ps de marketing. O segredo será trabalhar princípios tão básicos de uma maneira muito mais relevante. "

    Pedro Filizzola

    Pedro Filizzola

    CMO da SambaTech

    "As transformações vão continuar acontecendo. Veremos o digital cada vez mais tomar conta dos planos de Marketing e a mensagem sendo criada de forma customizada para cada tela e cada momento do dia a dia do usuário. O vídeo passa a ser uma ferramenta importante e mais do que nunca a personalização será levada em conta pelo usuário."

    Rafael D'Andrea

    Rafael D'Andrea

    CEO do grupo ToolBox

    "Sou fã de Thomas Davenport, que escreveu o livro "Competição Analítica". Se aliarmos esse conceito de competição de marcas ao relacionamento com consumidores, teremos uma boa receita para a diferenciação das marcas no futuro. Em dez anos a verdadeira diferenciação acontecerá no atendimento, na abordagem humana. Esta sera suportada por dados gerados em computadores, mas sera cada vez mais humana."

    Quais são suas apostas para os próximos 10 anos?

  • : Branding em 10 ideias Conteúdo:TroianoBranding

    1

    O provisório e o definitivo

    As marcas entram em nossas vidas pelos sete buracos da nossa cabeça. Sempre me lembro da canção do Caetano Veloso. O quanto elas permanecem ou não é outra história. Em geral, a maior parte delas se hospeda por muito pouco tempo e se dissipa. Delas, fica muito pouco. Uma lembrança difusa quando muito. O grande desafio continua sendo: entrar, significar e ficar. Trata-se da luta do tudo contra o nada.

    2

    Extensões de marca = Extensões de negócios

    Extensões de marca só dão certo quando o novo produto da marca já está na "gôndola mental" do consumidor. O que é isso? É quando ele olha para a prateleira de um PDV, alguém indica um produto novo de marca já existente e ele diz: "Ué, mas já não tinha?" Mas quando ele olha para o novo produto da marca e franze a testa ou coça a cabeça, tenha certeza, a extensão não emplacou.

    3

    Marcas sem Propósito não tem alma

    Se a sua marca deixasse de existir amanhã, o que o Brasil perderia? A resposta para esta pergunta revela se ela tem ou não um Propósito. O Propósito nasce da alma da organização, ele representa o significado maior, responsável pela sua fundação. É o sonho original que inspira a criação de uma marca, a razão da sua existência e uma declaração de como ela pretende contribuir para a sociedade.

    4

    Insights: a fonte do valor

    Consumidores dizem o que pensam, mas fazem o que sentem ! São insights sobre o que eles sentem que geram valor e alimentam o poder das marcas. Não se iludam, montanhas de informação e dados que estão à nossa disposição hoje. Só mentes inquietas, trabalhadoras e criativas transformam volume em valor. Infelizmente, na maior parte das vezes, estamos obesos de informação e anoréxico de insights.

    5

    Por que marcas valem dinheiro ?

    Imaginem um produto vendido sem marca alguma. E agora, o mesmo produto vendido sob uma determinada marca, que tenha, pelo menos, algum reconhecimento pelo mercado. A diferença entre os fluxos de caixa gerados nos dois casos é a forma mais evidente de revelar o que chamamos de brand equity. É por isso que marcas são um ativo que tem valor econômico e que podemos calcular.

    6

    Compro quem eu conheço

    Quem acreditou que a vida digital tornaria as marcas menos importantes, enganou-se. Um bom exemplo disso: uma coisa é comprar online uma marca que eu já conheço e respeito, mesmo sem poder tocá-las, cheirá-la, experimentá-la. Eu sei o que vou receber. Outra coisa é o choque e a frustração de ver que não era daquilo que eu poderia esperar. Marcas que eu conheço e respeito mantêm esse laço de amor à distância.

    7

    Não há brand detox

    Martin Lindistrom, no seu livro Brandwashed (Edição da HSM), disse que não existe Brand Detox. Ele fez a experiência. Tentou viver sem marcas. Porém, logo percebeu que era impossível abrir mão de algumas. Porque várias são parte da identidade dele, de como ele é, de como é visto pelos outros. Marcas falam de nós para nós mesmos e para outros. Eu também sou assim. Ligado nas "minhas" marcas.

    8

    Criar um nome é muito difícil

    Naming é o processo que criação de um nome para a marca. O que americano chama de brand name. Talvez seja a operação mais desgastante em Branding . Repleto de subjetividades, de expectativas falsas, como a de achar que um nome garante o êxito futuro da marca. Quando ele é apenas o começo de uma conversa. E além de tudo, uma conversa que pode ser rapidamente interrompida com uma pesquisa ao INPI.

    9

    Branding: como um romance

    PDV apoia, mas não cria marcas. O namoro com marcas começa antes, como um romance. O PDV é o espaço da confirmação da escolha. Afinal, ninguém escolhe noiva no altar. Mesmo escolhendo antes, muitas relações não são pra sempre, como a gente bem sabe. Portanto, pense em Branding como um processo para estruturar e gerenciar relações permanentes entre marcas e pessoas. E não como soluços ocasionais.

    10

    Falamos com elas?

    Pelo menos 70% de decisões de compra são feitas ou orientadas por mulheres. Mas boa parte da comunidade de profissionais de comunicação e de Branding, principalmente o segmento dirigente, está em mãos masculinas. A inevitável consequência: falta de autêntica sintonia de inúmeras marcas que pretendem falar com elas. Milhões de mulheres viram as costas para muitas marcas. Ouça, sinta, observe antes de falar com elas.

  • Análises das Marcas

    Eduardo Tracanella

    Eduardo Tracanella

    Superintendente de Marketing do Itaú

    "Vivemos um novo tempo, onde a relação das pessoas com as marcas mudou e a mensagem publicitária por si só não é mais capaz de gerar engajamento. Nesse contexto, trazer o digital e o mobile para o centro da estratégia é absolutamente fundamental. As pessoas estão empoderadas e em rede, desse modo, gerar a melhor experiência e construir conteúdo relevante e inspirador são e serão cada vez mais fatores chave de sucesso."

    Cris Duclos

    Cris Duclos

    Diretora de imagem e comunicação da Vivo

    "Hoje no Brasil são mais de 80 milhões de usuários de smartphones que, em média, checam o checam o device 78 vezes por dia. Para o marketing isso se traduz em 78 oportunidades diárias de aproximação e diálogo com o consumidor. É preciso ser inovador para impactar positivamente esse indivíduo mobile; usar todas as ferramentas disponíveis, de redes sociais a big data. Trata-se de um cenário diferente daquele de 10 anos atrás e, certamente, distinto do futuro ainda mais digital que vem por aí."

    Marcelo Tucci

    Marcelo Tucci

    Diretor de Marteking de Brahma

    "Brahma passou a última década intensificando seu apoio ao futebol e à música sertaneja. No esporte atuando com os profissionais, torcedores e amadores em projetos como a Copa do Mundo Fifa 2014, o Movimento por um Futebol Melhor e o Viva o Campinho. No sertanejo, sempre esteve ao lado de grandes artistas e eventos, além da realização do festival Brahma Valley em 2015. Para a próxima década, Brahma vai se modernizar ainda mais, mas sem perder sua essência. Vamos nos aproximar dos jovens com um novo approach para o sertanejo e o futebol, além de contar muito mais toda a história e tradição da nossa marca, que tem mais de 128 anos de muito amor por fazer cerveja, garantindo uma família de sabor marcante"

    Maria Fernanda Albuquerque

    Maria Fernanda Albuquerque

    Diretora de Marketing de Antarctica

    "Nos últimos 10 anos Antarctica fortaleceu sua relação com o Rio e se tornou marca referência do estilo de vida carioca, brindando a relação com a cidade em projetos que incentivam e apoiam a cultura local. É patrocinadora oficial do Carnaval de Rua há 8 anos e está há 2 na Sapucaí com o Camarote da BOA. Mas, esse elo vai além do Carnaval e permeia tudo que toca o carioca, como o samba, por exemplo. Em 2016, o foco da BOA é o centenário do samba com ações que irão celebrar o ritmo mais carioca de todos. Até 2026, a BOA promete estar ao lado dos seus consumidores com ações verdadeiras e relevantes para a sociedade"

    Equipe de Marketing e Comunicação do BTG Pactual

    Equipe de Marketing e Comunicação do BTG Pactual

    BTG Pactual

    "Construímos nosso valor de marca com a disseminação do DNA do BTG Pactual: as culturas de partnership e meritocracia. Esses dois pilares garantem a formação de um modelo de gestão único no setor financeiro global. Ele oferece uma relação de longo prazo, alinhada aos interesses dos nossos clientes e investidores e premia o talento e a dedicação dos colaboradores"

    Luis Aniceto

    Luis Aniceto Silva Cavicchioli

    Diretor de Estratégia da Marca do BB

    "Nos últimos dez anos, as ações de marketing contribuíram para a melhoria de percepção da marca Banco do Brasil, especialmente com o marketing esportivo, pelo apoio a atletas e modalidades que evocam a identidade nacional, e marketing cultural, por meio dos Centros Culturais Banco do Brasil - espaços que prezam pela qualidade, gratuidade e regularidade da programação. Tal atuação, além do fortalecimento da marca, cria oportunidades de relacionamento com clientes. Para os próximos dez anos, o marketing será ferramenta de apoio fundamental para melhorarmos continuamente a experiência de nossos clientes e estabelecermos relacionamentos sustentáveis e duradouros"

    Denise Figureiredo

    Denise Figureiredo

    Diretora de marca e consumidor da Natura

    "Nos últimos dez anos, a internet chegou à casa de milhões de brasileiros e a tecnologia mobile cresceu exponencialmente, abrindo novas oportunidades e formas para as empresas se conectarem com seus consumidores, com maior interatividade nesta conversa. A sustentabilidade também assumiu uma posição mais forte no marketing de grandes companhias. Nos próximos dez anos, análises cada vez mais precisas de big data ajudarão as empresas a entenderem cada um de seus consumidores em suas singularidades"

    * Os depoimentos foram selecionadas a partir do Ranking das Marcas mais valiosas do Brasil.

  • 10 anos do Mundo do Marketing

    A trajetória do portal que nasceu com o objetivo de contribuir para o crescimento do setor apresentando histórias inspiradoras e conteúdo especializado para tomada de decisão


    Lembro como se fosse hoje. A recepção da Incentive House. A sala da Riane Pontarelli na Torre do Rio Sul, no Rio de Janeiro. Foi a primeira entrevista do Mundo do Marketing. E ela perguntando um pouco desconfortável depois de eu ter confessado que era a primeira: você já fez entrevistas antes? Achei engraçado porque, apesar de ter 23 anos e estar começando um projeto novo, já trabalhava neste oficio desde os 18 e, como todo jovem, achava que sabia demais. Mas aquele momento ficou marcado para sempre. Foi parte do ponta pé para hoje estarmos completando 10 anos do Mundo do Marketing.


    Passa um filme em minha cabeça. Desde 2005 quando começamos a planejar este negócio, ano após anos, cada fase do portal, até chegar aos dias de hoje. Da bancada desenhada em Corel, comprada e cortada na Leo Madeiras, e montada por mim e meu irmão. Dos dois computadores comprados em 12x. E o engraçado era que só tinha eu na empresa, meu irmão Marcelo Freitas e o Guto Rocha. Eles tinham computador. Mas compramos um extra planejando que logo teria alguém ali para usar. Até o dia em que compramos a mobília do escritório na Tok Stok anos depois.


    São coisas do dia a dia que mais me marcaram. A Ana Couto aceitando conceder uma entrevista quando o portal ainda não estava no ar depois ter visto apenas o layout para daí concluirmos que: se a Ana Couto vai falar com a gente, é porque o design está bom. O primeiro contrato de parceria assinado com a HSM nos primeiros meses do portal. A aposta do Gil Zdanowsky em me apoiar sendo o primeiro anunciante do portal (e era uma permuta). O dia em que liguei para um prospect, em 2006, e ele bateu o telefone na minha cara para nos anos seguintes vir a ser um dos principais anunciantes.


    O primeiro ano marcou muito porque era um projeto novo que foi abraçado por muitas pessoas. Pelo Jaime Troiano que passou a escrever para a gente com uns dois ou três meses do portal no ar, pela Geyse Alencar que nos fez acreditar em nosso diferencial, pelo Vitor Pires que abriu as portas da universidade para realizarmos um evento, pela Rizzo Miranda, pelo Flavio Rozemblatt, pelo Alberto Cerqueira, pela Elisa Santa Rita e pela própria Riane que participaram do seminário. E pela Mariana que embarcou conosco neste comecinho.


    Tocar um negócio no Brasil não é tarefa fácil. Agora imagina uma empresa que está na interseção de três das áreas que mais se transformaram nos últimos 10 anos? Marketing, Comunicação e Tecnologia. Às vezes me pego pensando como ainda estamos aqui, vivos. Afinal, nascemos sem ninguém por trás. Ao todo, o primeiro ano do portal consumiu cerca de R$ 8 mil em investimento. Em 2008, no auge da crise financeira internacional, quase quebramos. Sem um veículo de papel, sem uma empresa bancando, tudo que sempre tivemos foram grandes amigos e parceiros que acreditaram na gente e a quem devo muito.


    Pessoas como o Romeo Busarello e o Gustavo Reis. O Marcos Facó. A Ingrid Lagrotta. A Camila Serejo. O Carlos Ferreirinha. Imagina, você com uma empresa no subúrbio do Rio de Janeiro e me bate à porta a então sócia da MCF, a querida Dani, para realizarmos uma edição do curso deles no Copacabana Palace em 2007 e esta ser a edição com o maior número de pessoas até então fora de São Paulo. Por mais ambicioso que o projeto fosse, aconteceram coisas que nunca poderia imaginar. A Exame nos ligar pedindo nosso conteúdo. A Dow Jones idem.


    E o mais incrível: o carinho que as pessoas, a quem também carinhosamente nos referimos como Habitantes do Mundo do Marketing, têm pelo portal que há três anos se transformou em uma ferramenta de inteligência estratégica com a ajuda da Sylvia de Sá, do Bruno Garcia, da Theiza Conte Paiva, do Ricardo Leite, da Thais Fonseca, da Amanda Martins, do Rodrigo Dias e do Diego Martins. Isso faz toda a diferença. Pessoas como o Ricardo Martins e o Diogo Gouvêa, recém formados, que foram na nossa salinha lá no subúrbio como leitores apaixonados pelo portal e hoje são grandes executivos. No fundo, é isso que faz valer a pena esses 10 anos.


    A paixão, e porque não o idealismo, de todos que passaram (Thiago Terra, Guilherme Neto, Mônica Solino, Luisa Medeiros...) e estão aqui conosco (hoje: Percy Mello, Cláudio Martins, Rafael Oliveira, Tiago Cosme, Renata Leite, Priscilla Oliveira, Percy Freitas, Roberta Moraes, Bianca Ribeiro e Junior Souza) é o que nos move. É claro que é um negócio, mas nascemos e estamos aqui para colocar o Marketing no centro das empresas, sobretudo o Marketing bem feito, orientados pela e para as pessoas. Que no final do dia tenham marcas, produtos e serviços que façam a diferença na vida delas. E nós vamos continuar aqui, quem sabe por mais 10 anos, tentando fazer a diferença na vida de nossos queridos e queridas Habitantes.


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